Acervo Privalia

O básico para degustar um bom vinho

de Privalia (17 setembro 2010)

Degustar um vinho é uma tarefa a ser realizada com calma, na companhia de amigos que queiram dividir sensações com você. Não interessa o tipo de vinho, decodificar as sensações que esta bebida pode trazer requer, além de tempo, temperatura e taças adequadas.

A temperatura recomendada de um vinho muitas vezes está indicada no próprio rótulo da garrafa. Geralmente os tintos devem ser servidos entre 14 a 16ºC. De 16 a 18ºC são aquele um pouco mais encorpados e de 18 a 20ºC os encorpados. De qualquer forma, a temperatura do vinho deve estar abaixo da ambiente. Para levá-lo à temperatura ideal, muitas vezes, uns minutos de geladeira são suficientes. Já os vinhos brancos devem ser servidos um pouco mais gelados, entre 8 e 12ºC. A temperatura é importante porque afeta o tempo de vaporização do álcool, fato que está diretamente ligado ao gosto do álcool e a sensação do olfato. Se colocados em temperaturas muito mais baixas do que o recomendado, os aromas e sabores do vinho “adormecem”. Vulgo: você não vai senti-los.

O próximo item importante para a degustação é a taça. Uma taça lisa, com uma silhueta de “tulipa” é adequada para a maioria dos casos de não-profissionais – as taças para os vinhos tintos devem ser maiores que as utilizadas para vinhos brancos. O fundamental é que o vidro da taça seja liso e transparente, e que seu tamanho permita girar o vinho por suas paredes comodamente. Após todos os preparativos é chegada a hora de finalmente degustar o vinho.

O processo consiste em três fases: análise visual, análise olfativa e análise gustativa. Mas antes de começar não se esqueça de segurar a taça pela haste e não pelo corpo do copo senão pode alterar a temperatura do vinho e por tudo a perder.


Visual:
aprecia-se a intensidade da cor e transparência.

Olfativa: você deve aspirar o vinho para sentir os diversos aromas da uva – uma tarefa notadamente complexa pela dificuldade em encontrar palavras adequadas para descrever as sensações trazidas por um copo de vinho.

Gustativa: aqui se avalia características sensoriais como sabor (doce, salgado, ácido e amargo), sensações táteis (adstringência, aspereza e maciez ou untuosidade) e aroma.

Como essas sensações acontecem quase que simultaneamente muitas vezes é difícil analisá-las, separá-las e atribuí-las a uma modalidade sensorial específica. E entender realmente sobre vinhos requer muito estudo. Caso o interesse seja muito grande, existem muitas casas de vinhos que oferecem cursos para iniciante. Mas de qualquer forma, todo este “trabalho” tem um objetivo: diversão.

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